domingo, 3 de março de 2013

Fundamentos de Educação 4

26/04/2008 Mundo dos valores Edu Infância + Edu Escolar Mundo das pessoas EDUCAÇÃO Edu Infância + Edu Escolar + Edu Adultos Mundo das coisas ELV = Edu adolescentes + Edu Adultos Educação Escolar é mais instrução que educação. Os políticos tratam estes temas mas nada como os teóricos. PAULO FREIRE (1970) começa os seus estudos e experiências no nordeste brasileiro. Para ele o ser humano é livre, consciente e imperfeito/inconcluso. Desumanização Humanização. Há duas classes de revolução: - A violenta (inverter a situação); - A pacífica (humana, cultural e pedagógica). Todos os violentos são reaccionários porque querem obter resultados à força (contra a natureza humana que passa pela liberdade). Todos os violentos são sectários, não procuram a resolução dos problemas de todos, só os da sua clique. Estão fechados na sua verdade. São sedentos de poder. Há que distinguir dos radicais, que são aqueles que querem chegar até às últimas consequências da mudança: acabar com os opressores e os oprimidos. Todos nos libertamos em conjunto. “Um dia, queira Deus, que a omelete vire. Os pobres comerão o pão e os ricos comerão merda”. (Ciganito cantador] PAULO FREIRE distingue: - A pedagogia bancária (dos violentos); - A pedagogia problematizadora. Na primeira há professores com o banco de dados para ensinar os alunos. Na segunda não há professores nem alunos. A pedagogia problematizadora opera com a ação conscientizadora e com o diálogo. Ela é anti dialógica. Precisamos avançar com a REVOLUÇÃO PEDAGÓGICA. Num grupo de diálogo (não mais de 15 elementos) o analfabeto inicia o seu processo de conscientização a partir de palavras geradoras (palavras que mexem com todas as pessoas) para iniciar a soletração. PAULO FREIRE pretendia a alfabetização funcional e a conscientização do mundo que o rodeia e chegar ao universo intersubjectivo que cria com os outros. OBJECTO SUJEITO. Passam a não ouvir somente o que os outros pares lhe dizem e passam a ter uma palavra. O adulto torna-se sujeito de igual valor. O adulto torna-se actor, coautor e autor. A educação de adultos é a outra parte do sistema educativo. A educação é um processo que se opera no sentido de criar condições para que o processo de desenvolvimento humano desde o nascimento até à morte aconteça. Em 1989 foi assinada a Convenção sobre os Direitos da Criança. Numa convenção os estados-partes acordam sobre aquilo em que há consenso. 181 Estados aprovaram por unanimidade. 155 Estados apresentaram projecto de aplicação. O lugar fundamental é a família. A escola é complementar. O hospital é complementar. O adulto é aquele que já é crescido, MAGISTER (mestre) = o mais. A nossa língua deriva do Indo-Europeu que abrange línguas desde a Península Ibérica até ao BanglaDesh com excepção do Húngaro (Magiar), do Estónio (Finlandês) e o Basco. IE* AL, OL = alimentar, crescer. Aluno = escravo que era alimentado em casa. ADOLESCÊRE = crescer [ADOLESCO, ADOLESCENS, ADOLESCÊRE, ADULTUM] O “coco” em adolescêre deveria ser concavo e obriga à acentuação da sílaba anterior. Segundo Ribeiro Dias a educação de adolescentes deveria juntar a educação de todos até aos 18 anos. O objectivo da escola e dos professores é ensinar a criança a saber ser. EDUCA, EDUCES, EDUCI, EDUCERE = conduzir (não é este o étimo de educação). EDÛCO, EDUCAS, EDUCARE = alimentar, nutrir. A educação é então criar condições para que a criança se desenvolva e cresça. O dicionário HOUAISS lembra a similitude entre educação e alimentação.

Fundamentos de Educação 3

19/04/2008 A educação: - Vamos procurar perceber o que é a educação; - Vamos recorrer à nossa experiência global e ter em conta a história dos últimos 50 anos. À partida pressupõem-se dois mundos, o dos valores e o corrente. A transição entre eles processa-se através da educação. Essa educação funda-se na EI + EE (1º+2º+3º ciclos) + E. Secundário + E. Superior. A passagem de um mundo para o outro baseia-se na educação. As ciências não nos falam do mundo dos valores. Temos que procurar uma concepção comum de direitos humanos. Só através da fé é que poderemos atingir tal ideal. A perspectiva da estrutura de educação acima apresentada está ultrapassada. A partir de década de 40 do século XX começaram as reformas dos sistemas educativos. Tais reformas tinham, como vimos atrás, 3 objectivos fundamentais: económico, social e cultural. A partir da década de 60 deu-se início à escola de massas [EDGAR FAURE]. O nível de desenvolvimento educativo tornou-se superior ao do desenvolvimento económico. Estas reformas eram do ensino, não eram para criar condições para que as pessoas se desenvolvam (EDUCAÇÃO). A escola deixou de ser de elites e passou a ser de massas. As reformas foram quantitativas – dar mais do mesmo a mais gente. As reformas devem ser qualitativas – mudança. EDUCAÇÃO DE INFÂNCIA Até ao século XIX não existia EI. Em Portugal só em 1920 é que foi implementada. As crianças eram educadas pelas mães. Quando as mães começam a trabalhar (Rev. Industrial), a própria estrutura social procura resolver o problema e foram criados “armazéns” para ficar com as crianças e contratadas pessoas para as entreter. Depois houve outras pessoas contratadas para as ensinar mas não deu resultado. Rousseau não conheceu os seus próprios filhos mas escreveu muito sobre educação infantil. No entanto, os responsáveis pelos “armazéns” adoptaram Rousseau. Para Platão as ideias são perfeitas, as coisas não. Não há seres humanos perfeitos, a ideia é. A criança nunca foi aceite como ser humano. As crianças eram “coisinhas”. A criança não sabe nada. Não são e não sabem, logo não se conduzem sozinhas. Os adultos têm de ser, ensinar e conduzir as crianças. A criança não é? A criança é como qualquer semente, tem que ser apoiada no seu crescimento. É tudo o que vai ser. Ela é tudo aquilo que poderá vir a ser. A criança não sabe? Sabe tudo. A criança conduz toda agente, ela apropria-se do destino de todos. Passa-se do adultocentrismo para o puerocentrismo. Aparecem os pedagogos. [MARIA MONTESSORI] As deficiências das crianças derivam da vida que as obrigam a fazer. As doenças das crianças, na sua maior parte, derivam da educação. Esta autora defendia a liberdade de actuação das crianças nos “armazéns”. Assiste-se à luta entre a educação velha e a “educação nova” (1920). Ela consistiria em “criar condições de espaço, tempo, clima e ambiente para que a criança se desenvolva em todas as dimensões”. Uma das condições é a orientação. A Psicologia desenvolveu-se na segunda metade do século XIX. Entretanto, surgiu PIAGET, biólogo e filósofo, que investigou como é que se desenvolve a inteligência no ser humano. Foi ele que criou a Psicologia do Desenvolvimento. Estudou a criança e considerou-a tão importante como as outras fases. A infância é uma fase de desenvolvimento rápida e de adaptação ao meio [(ASSIMILAÇÃO e ACOMODAÇÃO) e EQUILÍBRIO]. FREUD também defendeu o equilíbrio. PIAGET definiu fases (medidas estatisticamente): - Sensório-motora (18 meses); - Simbólica-semiótica [passa do sensorial ao mental] (6/7 anos); - Operatividade concreta [juntar, separa, somar e multiplicar] (11/12 anos); - Operatividade abstracta [números de números] (15/16 anos). Em 1930 PIAGET acrescenta um problema. Que educação é que vai ser precisa? A EDUCAÇÃO NOVA. Mas acontece um cataclismo: a EDUCAÇÃO NOVA é confiscada pelos regimes ditatoriais. Só em 1948, com a D.U.D.H., é que as ideias de Piaget se consolidam. Ele próprio foi convidado e fez um comentário: “as crianças necessitam de escolas em que a educação seja aquela que está prevista na DUDH”. Ou seja, seja adoptada a pedagogia da EI. Em 1980 dá-se a 2ª revolução da EI. EDUCAÇÃO DE ADULTOS Há 50 anos quem falasse disto era considerado maluco. Há 35 anos a Suécia e a Inglaterra começaram a preocupar-se com a EA. Sempre houve EFA. As pirâmides, as igrejas, as peregrinações e o teatro são a prova, mas não se falava disso. Após a 2ªGM inicia-se um período de utilização massiva das comunicações no espaço, no tempo (aceleração da mudança), na ciência e na técnica. A UNESCO (Educação, Ciência e Cultura) toma consciência dos adultos se encontrarem ultrapassados pelas situações (1949). Realiza-se uma conferência sobre EA. É sugerida a reciclagem/aggiornamento que implicava esforço de actualização profissional. Aparece a formação profissional/formação contínua versus formação inicial. Em 1960 realiza-se a Conferência de Montreal – Canadá constituída por uma maioria de países do 3º Mundo. A EFA é a educação básica = a alfabetização. Em 1960 surgem dois factores civilizacionais incontornáveis: - A conquista do espaço; - A Guerra Fria/energia nuclear = holocausto e destruição nuclear. Nesta época é preciso ter consciência que ou nos salvamos todos ou morremos todos. A Declaração de Montreal dizia que se ia acabar com o analfabetismo em poucos anos. Em 1965 realiza-se a Conferência de Teerão – então capital da Pérsia, hoje Irão. O analfabetismo continuava a existir e transforma-se em analfabetismo regressivo. Era necessária a alfabetização funcional. A AF não estava a conseguir servir aos seres humanos para se libertarem da sua subordinação aos sistemas económicos e aos modos de produção. Em 1972, em Tóquio - Japão dá-se ênfase ao desenvolvimento integrado das populações em função do desenvolvimento integrado de cada ser humano. A educação encaminha-nos para o mundo os valores. Em 1975, em Persépolis, no auge do choque do petróleo aborda-se a AF como acto político de desenvolvimento integrado de todas as dimensões do ser humano de modo a contribuir para o aumento do nível civilizacional. O nível de vida é diferente da qualidade de vida. O crescimento vai depender do desenvolvimento. A utilização da bomba de neutrões erradicava a cultura embora deixando intacta a civilização. Educação de adultos é criar condições para que todo o ser humano adulto se desenvolva em todas as dimensões (física, fisiológica, corporal, mental, artística e moral). Aqui a alfabetização funcional pode ser entendida como a capacidade dos adultos de se movimentarem como pessoas (seres conscientes e livres) nos diferentes sistemas em que se encontrem envolvidos/inseridos. A EA é a de todos nós. Não podemos continuar a pensar na EA como a dos “desgraçados” que não acabaram os cursos. Nos E.U.A. 10% da população é constituída por analfabetos funcionais (pessoas que não conseguem obter mais do que o 5º ano da escolaridade obrigatória). IVAN ILITCH afirma que, em Nova Iorque, é indispensável possuir o 11º ano. Ser-se alfabetizado ultrapassa o sistema escolar. A LITERACIA é a capacidade de utilizar os conhecimentos adquiridos no sistema escolar para resolver os problemas da vida. ALFABETIZAÇÃO = nº de códigos em que se está iniciado = conhecer o alfabeto (código de linguagem escrita) = estar iniciado nos códigos. Somos uns ignorantes porque não sabemos tantos códigos assim. A nossa ignorância é muito elevada face à ciência e devemos assumi-la para progredir no conhecimento. Em 1972 foi tomada a decisão mas, só em 1976 – Nairobi são tomadas as conclusões de considerar a EFA como o conjunto de processos que visa criar condições para que todos os adultos se tornem capazes, eles próprios, de procurarem respostas para as suas necessidades e aspirações. Os objectivos eram: - Tudo aquilo que contribua para o desenvolvimento pessoal; - Tudo aquilo que contribua para o desenvolvimento social; - Tudo aquilo que contribua para a formação cultural. Os métodos eram: - Se todos somos educadores não há distinção entre formandos e formadores. Somos simultaneamente educandos e educadores. Não há quem aprenda nem quem ensine; - Não devemos guardar os segredos; - Temos que nos olhar como iguais. Não pode haver complexos de superioridade; - Temos que atender à sensibilidade dos outros; - Temos que atender à susceptibilidade dos outros; - A avaliação não se rege por critérios correntes (criar um ambiente que continue a existir) = honestidade e transparência da pessoa.

Fundamentos de Educação 2

05/04/2008 O ideal a atingir deve acontecer sem ser pela força do direito nem pelo direito da força. Ele deve ser alcançado pelo ensino e pela educação. Após a 2ª GM encetaram-se profundas reformas dos sistemas educativos. É na Inglaterra e na França que se dão os primeiros passos. Os E.U.A. iniciaram a reforma em 1958 após o lançamento do Sputnic pela U.R.S.S.. Em Portugal só nos anos 60 é que a reforma se iniciou ao nível do sistema escolar. Universidade {séculos XII/XIII – Clérigos}; Liceu {século XVI – Colégios Jesuítas}; Escola Primária {século XVI – países protestantes; século XVII – países católicos; século XIX – Portugal/Marquês de Pombal}; Educação de Infância – século XIX. A reforma do sistema educativo é uma reforma da pirâmide. Uma 1ª preocupação era económica. Nas prioridades da reconstrução do pós-guerra estavam os recursos humanos. A 2ª preocupação era social: a igualdade. A escola primária para todos, o liceu para alguns e a universidade para poucos. A 3ª preocupação era cultural. {EDGAR FAURE} – “Aprender a ser” veiculou a avaliação da situação da educação. Pela primeira vez na história o nível de desenvolvimento educativo ultrapassou o nível de desenvolvimento económico. Isso faz surgir uma nova classe: a juventude. Com ela surge a contestação à sociedade em que ela se insere (Maio de 68). A crise mundial da educação implica a preparação da juventude para mundos que ainda não existem. IVAN ILITCH fala da desescolarização da sociedade. A reforma do sistema educativo era, afinal, a reforma do sistema escolar, do ensino. Preocupava-se com o ensinar sem ir ao fundo do educativo. Era dar mais do mesmo. Foram falsas reformas. Deve-se começar a reformar pela educação de infância e pela educação de adultos.

Fundamentos de Educação 1

Não consegui resistir a publicar as minhas notas pessoais sobre as fabulosas aulas do Professor Doutor Ribeiro Dias no Mestrado em Administração Educacional do Instituto Superior de Educação do Porto, biénio 2007/2009. 29/03/2008 Para que estamos aqui? No século XII existiam poucas divisões de conhecimento, no fundo existiam as Artes, a Teologia, a Medicina e o Direito. Os objectivos do mestrado antigo (1983/84/85): 1 – Aprofundar uma determinada área da licenciatura. Relacionar/articular aprofundadamente uma área da licenciatura com outra área da educação. 2 – Exercitar-mo-nos/treinar-mo-nos na investigação (vestígio - pegada). Habituar-mo-nos a procurar conhecimentos novos. A avaliação terá em conta as classificações das disciplinas. Mas a avaliação da dissertação é que mandará. A dissertação demonstrará a capacidade de investigação. O objectivo vai ser treinar-mo-nos para a investigação. A tese de doutoramento vai ter que apresentar algo de novo. A educação de adultos tem estratégias de ensino – aprendizagem específicas. Todos devemos unir esforços para descobrir soluções para os nossos problemas. Fundamentos de educação (a base, o terreno de apoio): - sector de investigação da razão de ser, da explicação da educação; - regra, norma, lei, direito da educação; - essencial, insubstituível, absolutamente necessário, não pode falhar; - fundamento = princípio intelectual. O que é essencial em educação? Educação confunde-se, a maior parte das vezes, com ensino. Mas será que ensinar é diferente de educar? Os pais são os responsáveis pela educação global. Os educadores são os pais. Os pais estimulam e contribuem para criar condições para o desenvolvimento. Ninguém desenvolve ninguém. As diversas partes do organismo vão-se desenvolvendo. Os pais conhecem a maneira de educar porque amam as crianças ou amam de tal maneira que possam educar? Os pais sabem porque amam ou porque sabem? O saber vem do amar. Educar significa na sua essência NUTRIR. Educar é criar condições para que as crianças se desenvolvam. A educação de uma criança começa 20 anos antes de a criança nascer [Napoleão]. Educar não é dar tudo. Educar é amar. Educar é amar (Ágape), não é amar (Eros). Se o Ministério da Educação gastasse o dinheiro na educação de adultos (dos pais) era muito mais eficaz. {Análise do texto de GILBERT, R.} Para Durkheim é preciso impor à criança tudo o que a sociedade pretende dado que a criança não tem capacidade de aí chegar espontaneamente. E não tem outro destino social senão aquele a que já pertence. A sociedade é tudo. Já Montaigne dizia que não queria cabeças cheias, queria cabeças bem feitas. Educar é criar condições para o ser humano se desenvolver no seu todo [dar a cana para pescar]. Ensinar é parte integrante do educar e integra a transmissão de conhecimentos (encher as cabeças)[dar o peixe], impor/inculcar (mal) as ideias dominantes e criar condições para que se desenvolva a inteligência do ser humano. A educação é a formação de dentro para fora, é criar condições para que se expanda/desabroche a capacidade/personalidade humana. Toda a obra de arte é um acto de formação.

sábado, 23 de fevereiro de 2013

Barcelos, Portugal 2013 Capital Europeia das Ideias

Barcelos, Portugal 2013 Capital Europeia das Ideias Nas situações de desconfiança e de desalento, a imaginação e a criatividade tornam-se cúmplices no processo de mudança que a humanidade ansiosamente espera. Temos que entrever o futuro em bases que ainda estão por definir mas que podemos pensar, parando o tempo suficiente para partilhar uma ideia: projetar um mundo no qual nos sintamos bem uns com os outros. É possível encontrar pessoas felizes com poucos recursos disponíveis. Nós, que somos seres humanos, estamos a viver uma fase de sermos “teres humanos”. Os bens materiais são dívidas para com o nosso equilíbrio. Temos querido o que nos ultrapassa e desejado o que os outros têm. O equilíbrio continua a estar na natureza e há muito que a abandonámos como fonte de sabedoria. Virámo-nos para a nossa pequena e egótica dimensão pessoal, mantendo-nos, assim mesmo, com o instinto de sobrevivência adormecido. As dúvidas são poucas. Temos que mudar de vida, de líderanças e de consciência. O que for preciso para nós tem de ser pensado em conjunto. Pensar a verdadeira democracia, a de cada um dentro de si próprio para poder respeitar a dos outros. Daí a Capital Europeia das Ideias, que nunca chega tarde e pode servir a quem o desejar.

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

domingo, 10 de fevereiro de 2013

Frases de autor

Para liderar pessoas, caminhe-se ao lado delas. Quanto melhores os líderes forem, menos as pessoas se apercebem da sua existência. O melhor do próximo, é honrado e louvado pelas pessoas; o próximo que as pessoas temem é o próximo que as pessoas odeiam. Quando o trabalho dos melhores líderes está feito, as pessoas dizem "fomos nós mesmos que fizemos isso " Lao-tsu. "O sucesso de uma intervenção depende da condição interior do(a) interveniente. A nossa eficácia como líderes depende não só do que fazemos e como fazemos, mas também do lugar onde operamos, tanto individual como coletivamente." Bill O Brien. "Nunca duvidem que um pequeno grupo de pessoas reflexivas e comprometidas pode mudar o mundo. Na verdade, são as únicas coisas que já têm." Margaret Mead. "Liderança é comunicar às pessoas tão claramente o seu valor e potencial que elas conseguem vê-lo em si próprias." Stephen Covey. "Devemos tornar-nos a mudança que procuramos no mundo." Gandhi. "Ouvir bem é tão poderoso enquanto meio de comunicação e influência como falar bem." John Marshall. "Outra Terra não só é possível, ela está aí a chegar. Num dia calmo, pode-se ouvir a sua respiração." Arundhati Roy.

A Serra da Leba

A Serra da Leba
A sombra das luzes