terça-feira, 4 de junho de 2013
Prometer é contrair uma dívida
Nestes tempos de swaps, de défices excessivos e de dívidas públicas de três dígitos, é importante não esquecer os valores. Sim, o que vale acima do seu valor material de curto prazo, o valor do intangível referente ao longo/eterno prazo.
Quando se faz uma promessa, por simples que seja, há que a cumprir. Vivemos um tempo de tempos em que as promessas não se cumprem e não acontece nada.
A culpa é do contexto, do mercado ou do clima que estão em permanente inconstância. A culpa nunca é de quem prometeu porque, ou a promessa foi vã, ou já não era para se cumprir.
Tal estado de coisas configura a situação ilustrada no barómetro 2013 da Eldelman Trust no que se relaciona com a opinião sobre os governantes: só 36% são confiáveis. Ainda a partir do mesmo relatório podemos extrair que existe um diferencial enorme (média de 28%) entre a confiança na instituição governo e a confiança nos membros do governo que falam verdade.
Quem prometeu que pague a dívida.
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