terça-feira, 1 de outubro de 2013
Está tudo inventado
Benjamin Zander esteve há mais de três anos em Portugal (fevereiro de 2010) mas deixou-me “saudades” por aquilo que transmitiu e que não foi, como de costume, entendido pelas nossas elites.
O maestro e orador considerou, na altura, que o mundo pode ser encarado “como uma espiral descendente, ou como como um universo que irradia possibilidade(s)”. No entanto, para que se possa olhar o mundo como uma imensa possibilidade apontou três momentos fundamentais na transformação pela qual, cada um de nós, temos de passar:
Constatar que está tudo inventado (It’s all Invented); Dar uma classificação máxima ao outro (Giving an A) e praticar a regra número seis (Rule Number 6).
A primeira recomendação foi recebida com alguma naturalidade, eram os tempos de começar a pensar “fora da caixa”. Mas o dar classificação máxima ao outro e a regra número seis deixaram quase todos de boca aberta.
Explicou o músico que o número pouco importava, podia ser o dezassete, o que era preciso é que ninguém desse demasiada importância a si próprio. Ou seja, era fundamental que os outros estivessem, de facto, no foco da nossa vida. Quanto a dar a classificação máxima ao outro considerou que isso significava “olhar o outro como um igual”.
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