sexta-feira, 29 de novembro de 2013
Confiantes e humildes
A evolução atual está indelevelmente associada à aprendizagem. As tecnologias de informação, o marketing, a liderança têm que ser aprendidas e apreendidas, logo vai ter que existir alguém que ajude a descobrir o melhor caminho para se proceder a essa aprendizagem. Esse ser, que no Japão é a única pessoa perante a qual o imperador se curva, tem que ter agilidade, eficiência e precisão nos diversos planos que se envolvem no processo ensino-aprendizagem.
Mas existe uma variável crítica naquele processo que influencia o desempenho, a eficácia e a eficiência de todos os intervenientes: a confiança.
A confiança facilita, acelera e solidifica os relacionamentos e isso é determinante na aprendizagem. Sem relação não há formação de saber maior. Aprendemos muito uns com os outros e nunca sabemos mais do que ninguém.
A confiança estabelece a diferença entre um saber desejado e um saber bancário, como Paulo Freire designava o saber que só servia para acumular e não para desenvolver e autonomizar as pessoas. Ter confiança em alguém é acreditar que os outros não se vão aproveitar das nossas fraquezas.
A aprendizagem é importante na medida em que abrir caminho a mais e melhor aprendizagem. Para isso temos de ser humildes e confiantes.
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