quinta-feira, 5 de dezembro de 2013
Papa Francisco
Chegou quando ninguém o previa. A Igreja Católica estava refém de uma grande personalidade que não conseguia interagir com as pessoas como o seu antecessor. Mais, Ratzinger era a imagem de uma organização em cheque. Era o caso dos padres e bispos pedófilos em muitos lugares do mundo. Era a homossexualidade que, sendo proibida, era latente no seio da própria Cúria. E eis que então apareceu Bergoglio. Um simples, mas não simplório, argentino cuja primeira medida foi escolher o nome de um exemplar líder de pessoas: Francisco de Assis.
A partir daí, a capacidade de inspirar e capacitar outros, essência da liderança, tem acompanhado as realizações do Papa Francisco. A sua história é um exemplo de autenticidade. Para ele é preciso que nos conheçamos bem a nós próprios, porque ele já fez algum caminho nesse sentido. Ele acredita que é possível ir mais além.
Por isso, é que, primeiro, devemos estar dispostos a conhecer-mo-nos a nós mesmos no sentido de melhorarmos o nosso crescimento pessoal e, assim, ajudar a consolidar o nosso desenvolvimento como líderes.
Conseguir apenas imitar quem é autêntico é insuficiente para se conseguir ser autêntico. Todos podemos aprender com as experiências dos outros. No entanto, para se ser genuíno há que fazer muito mais do que os imitar. Seguir o exemplo sim, mas é preciso inovar na prática e melhorar o que já foi conseguido.
Ou seja, aquilo que desejamos verdadeiramente para nós acaba por se projetar, através da nossa relação com os outros, naquilo que desejamos também para quem colabora connosco. A intensidade e a qualidade da relação servirão de aceleradores. Se a elas associarmos a confiança, então todo o projeto ganha condições para o sucesso.
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