sexta-feira, 9 de maio de 2014
A gestão laranja
Estejam descansados. Ainda não sou comentador político.
Quando falo do laranja estou a referir-me à cor do espetro da espiral dinâmica de Ken Wilber. Aquela cor que corresponde ao homem moderno e auto-orientado. A que acompanha a mulher racional e competitiva. Já agora, aquela que se cola às equipas motivadas pelo sucesso e que jogam para ganhar.
Se Don Beck, membro da American Psychological Association (APA) e fundador do Integral Studies Institute, visitasse Portugal recomendaria que se mudasse a cartilha de exercício do poder. É que precisamos de desenvolver uma inteligência de poder que reflita a complexidade do mundo de hoje. Para começar era bom ter um propósito nobre para a vida do país. Depois, os políticos deviam atuar com elegância e dignidade. Por outro lado, era sinal de sabedoria que não se esquecessem que a ideologia do mercado é importante mas que ele é imperfeito nas crises. Também era fundamental que se assumisse a responsabilidade social de todos em relação a todos. Para terminar fica o desejo de que a coisa pública seja tratada acima da mera corrupção caseira e manhosa.
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