sexta-feira, 25 de abril de 2014

A importância de se fazer o que se diz

Um dos aspetos onde me debato comigo próprio é na congruência entre aquilo que digo e aquilo que faço. Não consigo obter percentagens elevadas, mas não é, de certeza, com percentagens que a vida se vive. A vida é, acima de tudo, o gosto de sentir cada momento com felicidade. Nessa procura do gosto e da felicidade de cada momento temos de ir fazendo concessões, estabelecendo acordos e mitigando conflitos. A vida não é uma linha reta, como dizia, em 2012, Edson Athayde. A vida é um espaço de encontro quando há tanto desencontro nessa vida (Vinicius de Moraes). Pois é, o fazer-se aquilo que se diz é muito mais difícil do que se podia pensar. Não é sempre exequível. Não há sempres, há agoras. Perante o outro, o nosso par psicológico, essencial à nossa existência, agora, temos que ser o que somos: Seres em trânsito para uma vida cada vez melhor. Só o podemos conseguir com um conhecimento maior de nós próprios e, assim, vamos poder conhecer os outros mais profundamente. Depois, é fazer o que se diz, com felicidade...

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